A exposição reúne dezesseis artistas portugueses e brasileiros cujas práticas tocam aparições e fantasmagorias: aquilo que se manifesta sem se estabilizar, que se insinua nos limites da cognição e no entremeio de diferentes dimensões. Entre vultos, auras, formas mínimas e sons enigmáticos, o que está em causa não é o que se vê ou se escuta, mas como se torna presente aquilo que se intui, aquilo que se sente.

Curadoria de Germano Dushá